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*_Vale dos Ventos Brandos_*

     

sexta-feira, novembro 08, 2002

 
Da série: Coisas que levei algum tempo para perceber e que agora desfilam em minha frente.

Charme é tudo nesta vida.

E não digo mais nada!


~Sword Sidhe~ 18:37

quinta-feira, novembro 07, 2002

 
A ESPECIALIDADE HUMANA É PENSAR.

No céu de novembro o Sol e Júpiter estão em quadratura, e a Lua cresce em Sagitário.

Aqui na Terra nossa humanidade sofre, porém se ela quisesse deixaria de sofrer imediatamente, pois grande parte do que lhe acontece radica na forma com que ela escolhe pensar sua vida. Fronteiras, regras, leis, dogmas morais, dinheiro, todas são construções mentais, pensamentos aos quais se outorga valor porque se acredita neles. Contudo, de que vale acreditar em pensamentos que fazem sofrer? Por que a humanidade deve ser a única espécie entre o céu e a terra cujo destino parece ser o sofrimento? Por acaso pensar não é a especialidade humana, o que a torna diferente de todas as outras espécies? E, por acaso, essa realidade não lhe outorga a obrigação de aperfeiçoar seus pensamentos para criar um mundo feliz e próspero?


Que em breve algumas pessoas realmente percebam isto!

Retirado daqui.


~Sword Sidhe~ 17:41

quarta-feira, novembro 06, 2002

 
Da série: Pérolas do Mundo Acadêmico

Ouvido em uma sala de aula durante uma acalorada discussão:

Preparem-se, essa é de se jogar no chão e pedir piedade....

Semelhança igual

E, no cinismo de uma conversa entre amigos, eis que surge uma nova classificação de palavras:

Que rufem os tambores...

O Pleonasmo Artístico

*Aplausos ensurdecedores*


~Sword Sidhe~ 19:10

domingo, novembro 03, 2002

 
Algumas considerações sobre Arte Contemporânea

*_ Qualquer coisa que você faça (por mais medíocre que seja), quando acompanhada de um texto tão meia-boca quanto o seu trabalho, mas com um poder embromatório nível 5 embutido, faz com que ele seja elevado a status de: "oh, temos um novo Da Vinci em nossa frente".

Eu me sinto envergonhada por ter escolhido este ramo de atividade, quando ouço discussões pseudo-acadêmicas sobre um monte de papel reciclado feio, mal feito e mal explorado.

Sternenhölle é o local perfeito para se escutar tais discussões.

Em resumo, aconteceu isto: uma das minhas "colegas" de classe, foi apresentar seu trabalho de poética pessoal (se o número da besta é 666, esta deve ser a Expressão da Besta), que consistia em suas explorações sobre o papel reciclado. O trabalho se resumia a um monte de "folhas" de papel reciclado artesanal com algumas experiências bobas, cretinas, medíocres, de tintas, plásticos e outras baboseiras.

O trabalho era totalmente desinteressante? Não. O papel reciclado artesanal não é uniforme. Portanto, em algumas regiões onde ele não se acumulou, havia umas texturas lindas, algumas fibras e coisas do gênero, coisas que ficariam muito legais em um microscópio. Coisas que realmente me lembravam geometria fractal. Mas a minha pergunta é: ela aproveitou isto? Óbvio que não.

Mas o problema todo, nem é este. Acho que nem que ela tivesse aproveitado esta idéia, o trabalho se salvaria. O que me irritou, foi o texto que ela escreveu sobre o trabalho. A coisa toda girava em torno de que aquilo não era nada, de que era pura experimentação de técnica, de que não tinha nada realmente importante para sustentar o trabalho.

Era arte pela arte. Uma coisa vazia, sem sentido, não passava nada. Nada do que ela disse buscar (leveza, fragilidade, efemeridade), estava ali, naquele monte de papel (que nem bonitos eram).

Olha, estou cansada de discursos vazios e trabalhos idem. A sociedade toda acha que o jovem não tem nada na cabeça e em situações como esta, eu começo a achar que não tem mesmo. Todo mundo consegue ser engajado na hora de votar para o Lula, mas na hora de apresentar um trabalho coerente consigo mesmo e com a sociedade em que vive, ninguém sabe como fazer, o engajamento todo some. E preferem mostrar este tipo de coisa infame como se fosse a oitava maravilha do mundo.

E todo mundo entra, pois a professora baba-ovo adora textos poéticos, cheios de emoções vazias. Em outras palavras, coisa de crítico de arte.

Sinto muito, prefiro as minhas paixões mundanas. Pelo menos elas me enchem de força e de um senso crítico plausível com aquilo que eu tenho como verdade.

E, a propósito, o título do meu texto de poética pessoal, será:

Devo minha vida a todos que por ela passaram

Aguardem...


~Sword Sidhe~ 20:50

Eu mesmo no i*Eu!

As portas do Reino Proibido se abrem para te receber, caro forasteiro! Uma fada verde o convida a sentar-se no anfiteatro do castelo e ouvir as histórias fantásticas deste lindo e encantado vale!

Absinct/Female/21-25. Lives in Brazil/Santo André/algo próx. ao Pq. das Nações, speaks Portuguese and English. Spends 20% of daytime online. Uses a Fast (128k-512k) connection.
This is my blogchalk:
Brazil, Santo André, algo próx. ao Pq. das Nações, Portuguese, English, Absinct, Female, 21-25.

*_Reinos Vizinhos_*

Nicneven's Caern

Cry Wolf

By Carlflash

Umbra: The Living Room

Gaguices de um Tigre Velho

Escritos e Memórias

More Than Words

Trivial

Elsewhere

O Vento Sopra... O Tempo Passa...

A Vida Moderna de Jaspion

Aldebaram

Betterman

Drowned World

Saudade do Presidente Figueiredo

Meu humor atual - i*Eu!

Era uma vez...

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